
Título: CINEMA DOMÉSTICO BRASILEIRO (1920-1965)
Autor: Thais Continentino Blank
Sinopse: O livro Cinema Doméstico Brasileiro (1920-1965) desenvolveu-se em duas vertentes, tendo como foco de estudo um corpus constituído por filmes caseiros produzidos por cinco famílias. Na primeira vertente, a autora se debruça sobre a origem e o desenvolvimento da prática do cinema doméstico a partir dos anos 1920, no Brasil. Para este estudo, baseia-se na análise das disputas comerciais que marcaram a entrada no mercado dos equipamentos voltados exclusivamente para uso caseiro; nas publicações dos anos 1920 e 1930 dirigidas ao público amador e na recuperação do contexto de produção das imagens que formam o corpus. Na segunda vertente, acompanha o percurso migratório dos filmes domésticos, seu ingresso nas cinematecas e sua retomada em documentários contemporâneos. Interroga as estratégias empregadas na incorporação de registros familiares em centros de preservação de documentos audiovisuais e os diferentes gestos de reapropriação e ressignificação por parte de artistas que os retomaram em suas obras.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “CINEMA DOMÉSTICO BRASILEIRO (1920-1965)”, de Thais Continentino Blank, publicado pela editora Appris Editora, em 2020 e com 241 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Appris Editora
Páginas: 241
Ano: 2020
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586034523
ISBN13: 9786586034523
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
