
Título: Cinquenta E Dois Cliques De Curitiba
Autor: Foucault Jean
Sinopse: Durante muitos anos, a minha abordagem poética me levou a capturar imagens fugazes de pessoas que conheço, e essas imagens continuavam seu caminho em mim. Assim, com o tempo, através das ruas, um mundo interior é constituído por esses encontros maravilhosos. Eu publiquei em 2013 um livro intitulado Vidas Cópias, sobre pessoas com quem cruzei há alguns anos em Florença, Itália. Continuei esta jornada pelas ruas de Curitiba, entre julho de 2012 e março 2013. Não há imagens pitorescas da cidade, portanto, nenhuma pesquisa fora do padrão. O inesperado, por vezes, tem se sustentado no momento. É o trabalho do poeta revelar o que está acontecendo no mundo nesses pequenos momentos.
Contexto da obra
Na não ficção juvenil, livros como este costumam funcionar bem quando unem informação e interesse real do leitor. “Cinquenta E Dois Cliques De Curitiba”, de Foucault Jean, publicado pela editora Editora Inverso, em 2013 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Não Ficção Juvenil. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode ampliar repertório sem perder clareza e proximidade.
Editora: Editora Inverso
Páginas: 160
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8562266485
ISBN13: 9788562266485
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora InVerso costumam trazer narrativas que exploram a intimidade humana, a memória afetiva e questões existenciais, frequentemente com um tom poético e sensível. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à infância, família e relações interpessoais, mesclando obras de literatura infantil com textos que dialogam com adultos, seja por meio de contos, crônicas ou relatos pessoais. Há também espaço para obras que abordam desafios sociais e históricos, como o pioneirismo de personagens reais e episódios marcantes, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão e o envolvimento emocional. O ritmo das obras varia entre o contemplativo e o mais dinâmico, com histórias que ora se apresentam como fluxos de consciência, ora como relatos estruturados, mas sempre com uma escrita que valoriza a voz singular do autor.
