
Título: Circo de Pulgas
Autor: Manto Costa
Sinopse: O novo livro do autor traz contos onde personagens surgem e ressurgem em histórias díspares, se cruzando num Rio de Janeiro caótico, com suas vielas, praias, becos e favelas. As tramas de “Circo de Pulgas” surgiram em momentos distintos, no entanto, ao serem reunidas formaram uma antologia que nos remete a um mosaico único, podendo-se incluir os primeiros contos escritos pelo jovem Manto Costa (‘Treze Copos’ e ‘O círculo’). Conduzido por uma personagem que ora nos lembra as desventuras dos heróis desvalidos da Beat Generation para logo depois nos remeter aos narradores clássicos, “Circo de Pulgas” nos fala da desordem, das alegrias, dos amores e do caos da vida de uma população que vive à margem do Rio de Janeiro dos cartões postais.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Circo de Pulgas”, de Manto Costa, publicado pela editora Pallas, em 2014 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Pallas
Páginas: 88
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8534705224
ISBN13: 9788534705226
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,120
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Pallas conduzem o leitor por territórios ricos em cultura afro-brasileira, ancestralidade e narrativas que dialogam com a oralidade e a tradição. A leitura costuma trazer uma imersão em temas como religiões de matriz africana, orixás, e histórias que exploram a memória coletiva e individual de comunidades negras. O tom varia entre o poético e o didático, com obras que transitam entre contos, crônicas, relatos históricos e ensaios, sempre com linguagem acessível, mas atenta às sutilezas culturais. O catálogo da Pallas revela ainda um interesse por histórias que abordam questões sociais, como desigualdade racial, violência urbana e resistência, apresentadas sem sentimentalismos, mas com uma tessitura literária que valoriza a experiência humana e a diversidade de vozes.
