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Clariceando (n)a escuridão

Título: Clariceando (n)a escuridão

Autor: Glaucia Secco

Sinopse: Clariceando (n)a escuridão, livro de estreia de Glaucia Secco, nos remete a um universo dual e profundo, no qual a própria dualidade é expandida da aparente contradição sujeito/outro e sujeito/sujeito. As diversas vertentes do pensamento da personagem formam plurissignificações. O enredo do livro nos expõe o universo complexo de uma mente em que o amor e o tempo estão intimamente relacionados ao difícil processo de formação da incomensurável alma humana. Os personagens, Loreley e Ulisses, compõem uma recompilação imagética da encantadora história de amor passional dos personagens clariceanos de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. O livro quer ser lido com os olhos, com os ouvidos, com o coração e com a alma. Ao longo da narrativa, a autora propõe uma espécie de jogo lúdico entre os capítulos e as canções que os acompanham. A leitura pode ser condicionada ao sabor do leitor e ao delírio das sensações musicais. Por isso, as sensações do leitor são parte imprescindível da narrativa. Mergulhar neste livro é como continuar a lição proposta em Uma aprendizagem: para viver era necessário sentir.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Clariceando (n)a escuridão”, de Glaucia Secco, publicado pela editora Multifoco, em 2015 e com 157 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Multifoco

Páginas: 157

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8584735070

ISBN13: 9788584735075

    Sobre a editora

    Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.

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