
Título: Código florestal e compensação de reserva legal
Autor: Paulo Roberto Cunha
Sinopse: Este livro analisa os processos político-legislativos alusivos ao Código Florestal brasileiro, com foco no mecanismo de compensação de reserva legal, que culminaram no desmonte e na revogação da Lei Federal nº 4.771/1965 e sua substituição por outra considerada de retrocesso ambiental, a Lei Federal nº 12.651/2012. Paulo Roberto Cunha, ao acompanhar os movimentos entre 1996 e 2012, identifica os atores chaves, especialmente aqueles relacionados ao agronegócio e à bancada ruralista e suas ações para influenciar o jogo político na busca pelo abrandamento das regras alusivas à compensação de reserva legal. O estudo mostra ainda que outros fatores foram importantes nesse contexto, como a posição do governo e a formação das coalizões partidárias, especialmente no Congresso Nacional.
Contexto da obra
Na área de Ciências, livros como este costumam ganhar relevância por seu papel informativo e formativo. “Código florestal e compensação de reserva legal”, de Paulo Roberto Cunha, publicado pela editora Annablume Editora, em 1900 e com 250 páginas, integra a categoria Livros de Ciências. Na prática, isso ajuda a situar melhor a obra entre leitura formativa, consulta e apoio ao estudo.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 250
Ano: 1900
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539108291
ISBN13: 9788539108299
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
