
Título: Coffin Dodger: Night Wardens #2
Autor: Stephani Hecht
Sinopse: As a Warden destined to protect humanity from supernatural threats, Ari knows that he has to be strong, brave and, most of of all, mentally stable. Try telling that to his brain, though. Ever since he was held as an unwilling blood slave by a band of feral vampires, Ari has been everything a Warden shouldn't be: scared, angry, and unstable. While he tries to maintain a brave front for his fellow Wardens, cracks in his facade are starting to show, especially when feral vampires attack the city and the Wardens must eliminate the threat. Adam hasn't felt whole since his fellow Warden, Ari, was kidnapped. Even though they got Ari back, he hasn't been the same. Gone is the happy, teasing man Adam fell in love with, replaced by a brooding, angry stranger. When Ari must face his past, both good and bad, his instability only increases. Will Adam's love be enough to heal Ari's emotional wounds, or will Ari be lost to the darkness... this time for good?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Coffin Dodger: Night Wardens #2”, de Stephani Hecht, publicado pela editora Extasy Books, em 2011 e com 127 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Extasy Books
Páginas: 127
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
