
Título: Cofre do Medo
Autor: José Machado dos Santos
Sinopse: Esta obra foi escrita numa arena de lutas clandestinas, num divã alheio, onde falo sem a certeza de que alguém me ouve, numa solidão serena. Ninguém me deixou sozinho, eu queria estar sozinho. Queria ver as pessoas de longe, de perto sentia o calor do outro, a existência do outro e eu queria apenas estar comigo. Um luxo! Soneguei afetos, aproximação, entrei num casulo, renderam-me espaços preciosos para reflexão. Pensei em minha própria história, sem medo algum. Entrei numa máquina do tempo, passeava pelo espaço, indo e voltando nas lembranças, nas porcelanas quebradas, nas máscaras minhas, avançava para o futuro... Sentia-me potente, vivo, assombrado... Bem sei que a estrutura psíquica do poeta é estar num mundo de Perséfone, o céu e inferno misturados. Ardemos no fogo e nos refrescamos num tipo de sopro divino. Então! É um desafio ser alguém que se deseja ser, assumir uma loucura e não a expectativa do outro. Isto marca o ser poeta: Coragem! Admitir essa instância do ser, tombar na arena, ser visto despido pelo outro. Só falamos de nós na poesia e fingimos não ser!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cofre do Medo”, de José Machado dos Santos, publicado pela editora Odorizzi, em 2017 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Odorizzi
Páginas: 112
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788576853213
Sobre a editora
Os livros da editora ODORIZZI convidam a uma leitura que transita entre o relato histórico, o estudo científico e a reflexão poética, oferecendo um panorama que vai do cotidiano humano às questões espirituais e sociais. O catálogo reúne obras que exploram temas como a formação do professor, a espiritualidade, a ciência aplicada à vida real e narrativas de superação pessoal. O tom varia entre o objetivo e didático, a intimidade reflexiva e o lirismo, com textos que ora apresentam dados rigorosos, ora se aproximam do leitor pelo afeto e pela experiência vivida. Há um equilíbrio entre obras mais informativas e outras que privilegiam a expressão subjetiva, o que cria uma diversidade de ritmo e clima para diferentes perfis de leitores.
