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Coisas que vi. Ouvi. aprendi

Título: Coisas que vi. Ouvi. aprendi

Autor: Agamben Giorgio

Sinopse: Fragmentos, textos brevíssimos de timbre poético no limar de desaparecer. Neste livro, de tom melancólico e final, Agamben refaz a própria vida entrelaçando-a aos ensinamentos aprendidos dos amigos, livros, lugares e escritores. O passo é leve, a atmosfera frágil, a luz tem o lampejo da iluminação. Como um tomar de notas para um testamento impossível, como escrever o próprio nome depois de o ter esquecido: «Coisas que vi, ouvi, aprendi… » parece a tentativa de recordar esse nome, soletrá-lo em voz baixa, como se faz quando se aprende uma língua. Por isso, as palavras de Agamben ressoam últimas, ou penúltimas, assim como é a verdade; em busca da inocência da infância, do primeiro escrito que tinha em si tudo o que o adulto procurou em vão explicar, Agamben toma notas daquilo que resta dos mestres, e deles absorve a sabedoria manifestando-a) como um odor: amargo, meditativo, com frequência sereno, livre. Nenhum outro livro de Agamben se parece com este, nenhum tem o tom alto e cristalino de quem lutou até a última gota de sangue com a linguagem, e voltou para testemunhar.

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Coisas que vi. Ouvi. aprendi”, de Agamben Giorgio, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2023 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Editora Âyiné

Páginas: 80

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6559980960

ISBN13: 9786559980963

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,300
  • Altura (cm): 18,00
  • Largura (cm): 10,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Agamben Giorgio é um convite a um mergulho denso e meticuloso, onde o ritmo varia entre o ensaio filosófico rigoroso e a reflexão quase poética. A prosa, carregada de termos técnicos e referências históricas, exige atenção e oferece tensão intelectual constante, especialmente na análise de conceitos como o estado de exceção, liturgia e experiência. Em meio a isso, o leitor encontra uma abordagem que oscila entre o rigor metodológico e a busca por sentidos mais amplos, como a relação entre história, política e vida cotidiana. O tom pode ser por vezes seco e analítico, mas também revela momentos de ironia e questionamento profundo, especialmente sobre a condição humana e o funcionamento das instituições. Essa experiência de leitura deixa no leitor a pergunta sobre os limites entre direito e violência, o significado do mistério na vida social e a possibilidade de uma forma de vida que se confunda com sua própria regra.

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Sobre a editora

Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.

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