
Título: Coleções Referenciais do Mikrokosmos de Béla Bartók
Autor: Rodrigo de Carvalho Vasconcelos
Sinopse: Não é raro que o primeiro contato com a música de Béla Bartók se dê através da coleção de peças para piano chamadas de Mikrokosmos. As 153 peças, apresentadas em ordem de dificuldade progressiva e distribuídas em seis volumes, correspondem ao mais extenso empreendimento do compositor húngaro com intuito de contribuir para a formação de um repertório didático que contemplasse tanto aspectos estéticos quanto pedagógicos. A experiência como professor de piano – atividade que o compositor exerceu durante toda a vida – fez-lhe acreditar que, no material didático disponível em sua época, havia poucas peças para principiantes com real valor musical, exceção feita a poucos exemplos como as peças mais fáceis de Bach ou o Álbum da Juventude de Schumann. No Brasil, a música de Bartók também foi mencionada como referência de arranjo de música folclórica em 1927, por Mário de Andrade, em crítica às Canções Brasileiras de Luciano Gallet. Considerando a possibilidade de se usufruir do Mikrokosmos como uma obra de referência para a música do século XX, por seu caráter particularmente adequado à compreensão desta, a presente pesquisa procurou abordar a obra de maneira analítica, tendo como foco o parâmetro das alturas sob o ponto de vista das coleções referenciais. Acabamento: Brochura. Peso: 220g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Coleções Referenciais do Mikrokosmos de Béla Bartók”, de Rodrigo de Carvalho Vasconcelos, publicado pela editora Liber Ars, em 2019 e com 146 páginas, integra a categoria Ensino Musical. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Liber Ars
Páginas: 146
Ano: 2019
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788594590862
Sobre a editora
Os livros da editora Liber Ars convidam o leitor a um mergulho profundo em temas que cruzam as fronteiras entre o Direito, a Filosofia e as Ciências Sociais. A experiência de leitura tende a ser densa, com obras que dialogam entre o acadêmico e o ensaístico, muitas vezes explorando questões complexas como justiça, comportamento social, memória histórica e transformações políticas. O tom costuma ser reflexivo e analítico, com textos que valorizam o rigor conceitual e a interdisciplinaridade, mas que também apresentam narrativas históricas marcadas por tensão e contexto social. O catálogo revela uma predileção por obras que articulam teoria e prática, contemplando desde estudos filosóficos até relatos ambientados em períodos históricos específicos, proporcionando uma visão multifacetada do pensamento contemporâneo e passado.
