
Título: Collected Letters, 1944-1967
Autor: xxxxxxxx
Sinopse: Neal Cassady is best remembered today as Jack Kerouac’s muse and the basis for the character “Dean Moriarty” in Kerouac’s classic On The Road, and as one of Ken Kesey’s merriest of Merry Pranksters, the driver of the psychedelic bus “Further,” immortalized in Tom Wolfe’s The Electric Kool-Aid Acid Test. This collection brings together more than two hundred letters to Kerouac, Allen Ginsberg, John Clellon Holmes, and other Beat generation luminaries, as well as correspondence between Neal and his wife, Carolyn. These amazing letters cover Cassady’s life between the ages of 18 and 41 and finish just months before his death in February 1968. Brilliantly edited by Dave Moore, this unique collection presents the “Soul of the Beat Generation” in his own words—sometimes touching and tender, sometimes bawdy and hilarious. Here is the real Neal Cassady—raw and uncut.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Collected Letters, 1944-1967”, de xxxxxxxx, publicado pela editora Penguin Books, em 2005 e com 512 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 512
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0142002178
ISBN13: 9780142002179
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
