
Título: Com a Mala na Cabeca: Cronicas de Viagem
Autor: Edimilson Caminha
Sinopse: Viajar, para EdmÃlson Caminha, é muito mais do que fazer turismo, quando apenas se percorrem cidades e se conhecem paÃses. Há que apreender-lhes a essência, a alma do povo, a beleza da arte, a força da cultura, com o que o viajante que regressa não s erá nunca o mesmo que partiu, pelo sentimento, pela emoção e pelo saber que trará de volta na bagagem. Este, o espÃrito das crônicas de Com a mala na cabeça, como se diz no Ceará dos que gostam de viver pra cima e pra baixo... Assim, o autor vai à Irlanda de Joyce, ao México de Frida Kahlo, à Argentina de Borges, à Rússia de Dostoievski, à Praga de Kafka, ao Chile de Neruda, à Lanzarote de Saramago, à Holanda de Rembrandt, à Paris de Gertrude Stein. Declara-se, até, praticante de um nada mór bido â??turismo fúnebreâ?, quando visita cemitérios para homenagear moradores ilustres... â??Não importa quanto viajamos, mas para que o fazemosâ?, escreve EdmÃlson Caminha. Juntemo-nos a ele, pois, para sair pelo mundo a cruzar os céus, a cortar as águ as e a celebrar a vida: que cada um ponha sua mala na cabeça e... boa leitura, boa viagem!
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Com a Mala na Cabeca: Cronicas de Viagem”, de Edimilson Caminha, publicado pela editora THESAURUS, em 2014 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: THESAURUS
Páginas: 136
Ano: 2014
Edição: Viagens e Turismo
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8540902974
ISBN13: 9788540902978
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
