
Título: Comfort Woman
Autor: Nora Okja Keller
Sinopse: Possessing a wisdom and maturity rarely found in a first novelist, Korean-American writer Nora Okja Keller tells a heartwrenching and enthralling tale in this, her literary debut. Comfort Woman is the story of Akiko, a Korean refugee of World War II, and Beccah, her daughter by an American missionary. The two women are living on the edge of societyand sanityin Honolulu, plagued by Akiko's periodic encounters with the spirits of the dead, and by Beccah's struggles to reclaim her mother from her past. Slowly and painfully Akiko reveals her tragic story and the horrifying years she was forced to serve as a "comfort woman" to Japanese soldiers. As Beccah uncovers these truths, she discovers her own strength and the secret of the powers she herself possessedthe precious gifts her mother has given her. A San Francisco Chronicle bestseller In 1995, Nora Okja Keller received the Pushcart Prize for "Mother Tongue", a piece that is part of Comfort Woman.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Comfort Woman”, de Nora Okja Keller, publicado pela editora Penguin, em 1998 e com 201 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 201
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1101127678
ISBN13: 9781101127674
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
