
Título: Comics as Culture
Autor: M. Thomas Inge
Sinopse: Comics and cartoons are ingrained in American life. One critic has called comic books "crude, unimaginative, banal, vulgar, ultimately corrupting." They have been regarded with considerable suspicion by parents, educators, psychiatrists, and moral reformers. They have been investigated by governmental committees and subjected to severe censorship. Yet more than 200 million copies are sold annually. Upon even casual examination BLONDIE, ARCHIE, MARY WORTH, THE WIZARD OF ID, and SHOE--among the many comic strips--will be found to support some commonly accepted notion or standard of society. Why do comics both amuse and arouse controversy? Here is an attempt at an answer in a sharp-eyed comic-book lover's probing look at this step-child genre. He finds comics both loved and hated, relished and sneered at. In their relying on dramatic conventions of character, dialogue, scene, gesture, compressed time, and stage devices, he finds the comics close to the drama but probably closer kin to the movies.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Comics as Culture”, de M. Thomas Inge, publicado pela editora University Press of Mississippi, em 1990 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: University Press of Mississippi
Páginas: 192
Ano: 1990
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0878054073
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora University Press of Mississippi trazem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com narrativas humanas e culturais profundas. O catálogo revela um interesse constante por personagens reais e fictícios que dialogam com a história e a identidade do sul dos Estados Unidos, explorando desde biografias de artistas e cineastas até estudos sociológicos e relatos de movimentos sociais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que equilibram análise crítica e histórias de vida, muitas vezes focadas em comunidades marginalizadas ou em processos culturais específicos. A linguagem tende a ser densa e informativa, mas acessível, convidando leitores interessados em temas históricos, culturais e artísticos a uma imersão reflexiva.
