
Título: Comida: O Desejo que Nao Mata
Autor: Adriana Macedo Vargas
Sinopse: Comida: o desejo que não mata nasce do interesse de nos aprofundarmos na alimentação humana como possível substituta de desejos, pretendendo, primordialmente, investigar o ato de se alimentar como sendo um modo de obter prazer ou desprazer, amparado pela teoria psicanalítica de Sigmund Freud e Jacques Lacan. Esta obra trata do tema da obesidade, tendo como finalidade a discussão acerca das manifestações e sintomas do sujeito, desvendando a correlação entre o excesso de peso, os aspectos culturais e os aspectos emocionais acoplados ao comportamento alimentar. Busca-se uma concepção do excesso de peso como reflexo de sintomas psíquicos que podem formar-se de modo inconsciente, calcada no enfoque psicanalítico, o que expressa uma forma de opor-se às pressões pulsionais e angústias vividas pelo sujeito. A compulsão alimentar do sujeito é movida por essa energia e é gerada a nível de inconsciente, e nem sempre tomamos consciência de que estamos sendo incitados por ela à conquista dos nossos desejos. A relação mente-corpo na constituição dos sintomas, e a relação que um sujeito estabelece com seu corpo para além da ideia de um corpo biológico, é o desígnio fundamental desta obra.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Comida: O Desejo que Nao Mata”, de Adriana Macedo Vargas, publicado pela editora Appris Editora, em 2016 e com 93 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Appris Editora
Páginas: 93
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547302514
ISBN13: 9788547302511
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
