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Como a Não-Violência Protege o Estado

Título: Como a Não-Violência Protege o Estado

Autor: Peter Gelderloos

Sinopse: Pode a não-violência ser uma ferramenta de mudança social eficaz ou apenas mais um teatro de que pede autorização do Estado para manifestações apaziguadoras de consciências já subjulgadas pelas regras impostas pelo sistema de opressão? Como a Não-Violência Protege o Estado desafia a crença de que a não-violência é a única forma de lutar por um mundo melhor. Em um texto desafiador, Peter Gelderloos convida militantes a considerar táticas diversas, apaixonadamente argumentando que a não-violência muitas vezes age para reforçar as estruturas de opressão que os ativistas buscam derrubar. Longe de um apelo irracional a violência, Peter destrói sistematicamente mitos históricos da não-violência como Gandhi e Martin Luther King para defender a pluralidade de estratégias e táticas na luta contra toda forma de opressão.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como a Não-Violência Protege o Estado”, de Peter Gelderloos, publicado pela editora Deriva, em 2011 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Deriva

Páginas: 180

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8562628379

ISBN13: 9788562628375

    Sobre a editora

    Os livros da editora Deriva convidam a uma leitura que transita entre o pensamento crítico e a sensibilidade política, frequentemente explorando temas como autonomia, rebelião e transformações sociais. O catálogo revela obras que misturam ensaio filosófico, relatos militantes e narrativas que desafiam estruturas de poder, com um tom que varia entre o didático e o poético. As histórias e reflexões costumam dialogar com contextos históricos e geográficos específicos, como movimentos sociais e lutas por territórios, criando um clima de tensão entre teoria e prática. A linguagem, por vezes densa, convida o leitor a um envolvimento ativo, seja na compreensão de conceitos complexos ou na imersão em relatos simbólicos e metafóricos. Em Deriva, o ritmo das obras pode oscilar entre o mais reflexivo e o mais urgente, atendendo a leitores interessados em debates sobre política, cultura e resistência.

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