
Título: Como Andar No Labirinto - Coleção L&PM Pocket
Autor: Santanna Romano
Sinopse: A arte de se encontrar “Não há cultura que não tenha construído labirintos. (Pois não dizem que a alma humana é um labirinto?) E desenhando esse emaranhado de entradas e saídas estaríamos dramatizando nossa desamparada situação. Há duas portas: a de entrada, ou vida, e a de saída, a morte. Mas entre uma e outra, que confusão danada cada um apronta. Como a gente fica perdido, batendo com a cabeça nas paredes! [...] Vai ver que o erro da gente é querer sair do labirinto. Não adianta, o labirinto existe. Por isso muita gente sofre de labirintite física e metafísica. O jeito é aprender a andar nele. Deve haver até alguma maneira de iluminar alguns de seus recantos. Ou, como faziam os antigos, um jeito de implantar, de desenhar um jardim dentro e fora do labirinto, de tal forma que nossas dúvidas e perplexidades em forma de arabescos, de volutas e elipses, ao florescerem, tornem mais amenos os nossos descaminhos.” Trecho da crônica “Como andar no labirinto”
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Como Andar No Labirinto – Coleção L&PM Pocket”, de Santanna Romano, publicado pela editora L&PM, em 2012 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: L&PM
Páginas: 208
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8525427322
ISBN13: 9788525427328
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 17,80
- Largura (cm): 10,70
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora L&PM oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o contemporâneo, com obras que exploram desde narrativas densas e filosóficas até histórias leves e envolventes. O catálogo traz tanto romances policiais com tramas intricadas e personagens que investigam mistérios quanto crônicas e relatos de viagem que evocam imagens vívidas de culturas e lugares distantes. Há um cuidado evidente com a diversidade de temas, que vão da literatura juvenil e infantojuvenil até obras de não ficção sobre comportamento e história, sempre com uma linguagem acessível e um ritmo que pode variar entre o mais reflexivo e o mais ágil.
