
Título: Como reconhecer sua vocação
Autor: Michel Echenique Isasa
Sinopse: Neste livro, a vocação será tratada sob um enfoque filosófico tradicional. Seu conteúdo se sustenta em uma experiência de trinta anos de trabalho com orientação e formação de pessoal, trabalho esse realizado na Organização Internacional Nova Acrópole, onde desenvolvem-se programas diversos com grupos de voluntários. A experiência com o voluntariado permite realizar uma leitura objetiva da questão da vocação, pois nele as pessoas são mais livres para expressar o que sentem. São mais livres porque, não importando fatores externos de pressão como o salário, o “status” ou a aquisição de bens, é muito difícil que alguém trabalhe em algo de que não goste. Ninguém trabalha como voluntário fazendo algo de que não gosta. Por isso, esse tipo de trabalho desvinculado dos fatores de pressão do dia-a-dia se mostra tão interessante para o estudo da questão da vocação. Grande parte de nosso potencial se manifesta quando trabalhamos por prazer, por gostarmos de fazer alguma coisa. Assim, a grande questão não é como fazer aquilo de que gostamos, mas como realizar qualquer trabalho, mesmo aquele que não nos agrada.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como reconhecer sua vocação”, de Michel Echenique Isasa, publicado pela editora Nova Acrópole, em 2000 e com 90 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Acrópole
Páginas: 90
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Nova Acrópole conduzem o leitor a uma experiência marcada pela reflexão filosófica e pelo resgate de tradições antigas, onde o passado e o presente dialogam em textos densos e contemplativos. A leitura costuma ser envolvida por temas como civilizações antigas, filosofia clássica e espiritualidade, apresentados em formatos que vão do ensaio ao diálogo e à poesia filosófica. O tom é geralmente sério e profundo, com ritmo que privilegia a meditação sobre conceitos existenciais, históricos e culturais. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram o sentido da vida, a vocação humana e a busca pelo conhecimento, muitas vezes com um viés esotérico ou simbólico.
