
Título: Como Se Encontrar na Escrita
Autor: Ana Holanda
Sinopse: “Um texto escrito de maneira visceral é capaz de transformar, mudar, aproximar, afetar. Na verdade, é o que para mim faz mais sentido. Caso contrário, vamos seguir escrevendo os mesmos textos de sempre, a partir do olhar e do ponto de vista de sempre. Vamos seguir fingindo que estamos conversando com o outro por meio das palavras quando, na verdade, não estamos interagindo com ninguém a não ser com a gente mesmo. É uma conversa solitária. Mas dá para mudar isso.” Neste livro, Ana Holanda conduz o leitor numa jornada sobre a descoberta da Escrita Afetuosa. Longe de querer ditar regras ou se basear em truques, o objetivo aqui é fazer com que cada um encontre a própria voz, identifique a melhor forma de colocá-la no papel e, por fim, perca o medo de compartilhar o resultado.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Como Se Encontrar na Escrita”, de Ana Holanda, publicado pela editora Bicicleta Amarela, em 2018 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Bicicleta Amarela
Páginas: 224
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8568696651
ISBN13: 9788568696651
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,259
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Bicicleta Amarela convidam o leitor a navegar entre histórias que misturam tensão e humanidade, reflexões sobre o cotidiano e descobertas pessoais. O catálogo apresenta desde thrillers psicológicos com personagens complexos e situações de conflito intenso, até obras que exploram o humor e a sensibilidade em formatos como cartuns ou relatos de bastidores. Há também espaço para temas ligados ao bem-estar, como práticas de atenção plena e cuidados com a saúde, além de abordagens francas sobre relacionamentos e sexualidade. Essa diversidade sugere uma edição que valoriza narrativas que provocam reflexão, emoção e conexão, em ritmo que pode variar do mais dinâmico e envolvente ao mais contemplativo e didático.
