
Título: Como Se Faz Um Processo
Autor: Francesco Carnelutti
Sinopse: Introduz-se aqui a questão do interesse do público pelos processos penais e civis, justificando-se pela característica humana, desejosa de diversão. Há uma comparação entre o processo e a representação cênica e os jogos desportivos, destacando a existência de regras que os cadenciem, como fundamentais para seu cumprimento de forma justa. Mas os duelos que existem nos processos são muito graves do que jogos, ou lutas. Disso tem a sensação o público que lota as salas ou lê com avidez as crônicas d e jornais. Nos estádios não está mais em jogo a vida dos lutadores, mas nos tribunais, a multidão pode apreciar de verdade o cru espetáculo da discórdia. Enfim, as leis não são mais do que instrumentos pobres e inadequados, para dominar os homens, quando estes, arrastados por seus interesse e paixões, ao invés de abraçarem-se como irmãos, tratam de despedaçar uns aos outros como lobos. E nessa perspectiva é que se deve reunir esforços para remedia-las.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como Se Faz Um Processo”, de Francesco Carnelutti, publicado pela editora Líder, em 2001 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Líder
Páginas: 160
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788588466036
Sobre a editora
Os livros da editora LIDER apresentam um perfil editorial marcado pela diversidade temática e pela abordagem prática e direta em muitos de seus títulos. O catálogo inclui desde obras com tom didático e detalhado, como aquelas que explicam rotinas trabalhistas e jurídicas, até narrativas mais leves e imaginativas, como aventuras infantojuvenis que exploram elementos fantásticos e tecnológicos. Há também espaço para textos de cunho cultural e poético, com linguagem que pode variar do humor regional a um tom mais lírico e contundente. Essa variedade sugere que a LIDER privilegia conteúdos que dialogam com públicos diferentes, ora mais técnicos, ora mais literários, mantendo um ritmo que pode ser tanto informativo quanto envolvente.
