
Título: Como se fosse fanfic
Sinopse: O que acontece quando as vidas de uma escritora fantasma e uma estrela do pop mundialmente famosa colidem? Alice Cooper tinha uma vida tranquila em Londres - tinha, até encontrar Lia Steele, a cantora mais famosa dos Estados Unidos, beijando uma garota no banheiro de um cybercafé. Alice não tem qualquer pretensão de se envolver na vida das celebridades, e tudo que ela quer é ir para casa escrever um pouco após uma noite caótica. Porém, conforme os acontecimentos se desdobram de forma inesperada, Alice começa a pensar que, talvez, a tranquilidade seja superestimada - mas entre os seus sentimentos e os tabloides, existem barreiras que nenhuma das duas se sente preparada para ultrapassar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como se fosse fanfic”, de Victoria Mendes Victoria Mendes nasceu em 2000 e lê e inventa histórias desde que se entende por gente. A escrita surgiu pra ela em 2013 como um hobby, mas seu sonho é um dia poder transformá-lo em profissão de tempo integral. Ama cachorros, os jogos da Riot Games, a Taylor Swift,..., publicado pela editora NewPOP, em 2024 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: NewPOP
Páginas: 200
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora NewPop costumam mergulhar em universos que misturam fantasia, drama e conflitos humanos intensos, geralmente com protagonistas jovens enfrentando dilemas profundos. Muitas narrativas exploram mundos paralelos, poderes sobrenaturais ou realidades alternativas, onde os personagens precisam lidar com perdas, amadurecimento precoce e relações complexas. O tom varia entre o sombrio e o esperançoso, com histórias que combinam ação e suspense a momentos de introspecção e emoção delicada. A presença recorrente de personagens adolescentes e jovens adultos cria uma experiência de leitura que dialoga com temas de identidade, redenção e sobrevivência, em um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo.
