
Título: Como Se Fosse um Crime
Autor: Angela Carneiro
Sinopse: A peça "Como se fosse um crime" de Ângela Carneiro é rara entre muitas outras da dramaturgia brasileira, porque ela tem uma trama simples, emocionante, que prende nossa atenção do começo ao fim como um bom policial e porque funciona como teatro: destina-se ao palco. Mas isso não quer dizer que sua leitura já não seja, em si, um prazer para o leitor. E imagino que isso se dá porque seus dois personagens são nossos velhos conhecidos, pra não dizer que poderiam ser nós mesmos, nos seus desejos, nas suas contradições e na maneira fiel aos sentimentos com que encaram a vida. É sempre possível ler essa peça que trata de uma experiência de adultério e das transformações pelas quais os dois amantes vão passando desde o ardor inicial à hostilidade final diversas vezes e motivado por circunstâncias variadas. A cada leitura, porém, é possível perceber a mesma familiaridade com seus protagonistas, uma mulher e um homem que se amam, que se procuram, que assumem a clandestinidade de seus afetos ainda que o que sentem um pelo outro possa ser considerado/julgado como se fosse um crime. A publicação da peça cumpre um grande papel na divulgação e propagação do verdadeiro teatro brasileiro. Acabamento: Brochura. Peso: 250g. Dimensões: 20.5 x 12 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Como Se Fosse um Crime”, de Angela Carneiro, publicado pela editora Via Verita, em 2014 e com 140 páginas, integra a categoria Peças. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Via Verita
Páginas: 140
Ano: 2014
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788564565234
Sobre a editora
Os livros da editora Via Verita costumam convidar o leitor a um mergulho denso no pensamento filosófico e na reflexão sobre o existir, a partir de textos que exploram as tensões entre o humano e o mundo. A experiência de leitura frequentemente envolve um ritmo mais contemplativo, com obras que dialogam com a fenomenologia, a hermenêutica e a crítica social, apresentando tanto análises rigorosas quanto documentos históricos e correspondências que revelam dilemas pessoais e coletivos. O catálogo sugere uma atenção especial às questões da subjetividade, da finitude e das condições sociais da existência, com textos que oscilam entre o ensaio acadêmico e a escrita reflexiva, por vezes marcada por um tom sério e meditativo. Via Verita traz um repertório que pode ser ao mesmo tempo desafiador e enriquecedor, direcionado a leitores interessados em pensar profundamente o ser e suas contradições.
