
Título: Como sobreviver ao 8 de março
Autor: Marcella Abboud
Sinopse: Como sobreviver ao 8 de março é um e-book pensado para democratizar a reflexão sobre o Dia Internacional da Mulher na atualidade. Discutida desde 1908 e oficializado em 1977, a data transformou-se numa estratégia comercial que sequestra pautas fundamentais do movimento feminista e apaga o principal objetivo de sua instauração: aumentar a visibilidade sobre os direitos, as conquistas e as ainda necessárias lutas que as mulheres travam todos os dias. O livro também aborda, de maneira leve e concisa, a importância de refletir sobre as estratégias de padronização do "ser mulher" e a imposição de padrões violentos, sob o rótulo de um falso marketing desconstruído. A autora mantém seu didatismo e humor, característicos do Guia Prático do Feminismo também neste novo convite ao diálogo. Para sobreviver ao 8 de março, como nos conta a autora, é preciso começar abrindo mão do parabéns.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como sobreviver ao 8 de março”, de Marcella Abboud, publicado pela editora Editora Letramento, em 2020 e com 34 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Letramento
Páginas: 34
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Editora Letramento trazem narrativas que transitam entre o pessoal e o político, explorando temas como justiça social, identidade e memória com um tom sensível e reflexivo. A leitura costuma alternar entre relatos íntimos e análises críticas, muitas vezes abordando questões de gênero, raça e classe dentro de contextos brasileiros contemporâneos. O ritmo varia do lírico ao didático, com obras que dialogam tanto com leitores interessados em poesia e crônica quanto com aqueles que buscam ensaios e estudos sociais. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas e a experiências que desafiam estruturas tradicionais, sem abrir mão de uma linguagem acessível e envolvente.
