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Como sobreviver depois da morte

Título: Como sobreviver depois da morte

Autor: André Canhoto Costa

Sinopse: Em Sulfúreo, aldeia prestes a ser engolida por uma exploração de volfrâmio, os vivos não morrem e os mortos estão vivos. Entre constantes aparições de defuntos, a família Lustro-Urze vive atormentada pela morte da matriarca, misteriosamente afogada num ribeiro há quatro séculos. O romance acompanha a ascensão e a queda de Ramiro Lustro, um caçador de leopardos e cultivador de camélias que recusa vender a terra à companhia mineira - talvez por isso, sofre a insólita visita dos mortos. Ramiro deposita então todas as esperanças num dos netos, educado já pela república democrática, obcecado por descobrir a razão da incorruptibilidade dos corpos, decifrar o crime na origem da familia e esclarecer o mistério do envenenamento das águas da montanha. Esta é uma história de aparições, revoltas, traições, exílios, guerras constitucionais, a tragédia do progresso industrial, as conspirações históricas e a beleza natural de um mundo prestes a extinguir-se - e também a crónica de uma família cuja única propriedade é uma casa de pedra e uma camélia plantada num vale inóspito.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como sobreviver depois da morte”, de André Canhoto Costa, publicado pela editora Quetzal Editores, em 2024 e com 366 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Quetzal Editores

Páginas: 366

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9897229582

ISBN13: 9789897229589

    Sobre a editora

    Os livros da editora Quetzal Editores oferecem uma experiência de leitura que transita entre a densidade poética e a complexidade narrativa, com forte presença de temas como o amor, a memória e as tensões da condição humana. O catálogo privilegia obras que exploram tanto o íntimo — como monólogos perturbadores e relatos autobiográficos — quanto histórias que dialogam com contextos históricos e culturais, incluindo investigações pessoais e trajetórias de personagens em cenários variados, do século XIX ao contemporâneo. A linguagem costuma ser marcada por um tom reflexivo e, por vezes, melancólico, com ritmo que ora se faz lento e contemplativo, ora se acelera em tramas policiais ou investigações. Há também espaço para ensaios e textos críticos que abordam questões sociais e literárias, ampliando o alcance do catálogo da Quetzal Editores.

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