
Título: Comunicação digital na era da participação
Autor: Pollyana Ferrari
Sinopse: A informação não é um privilégio ou um luxo, mas uma necessidade. O processo de comunicação está relacionado de modo íntimo com o macromercado de seres humanos que precisam de informação e comunicação todos os dias, da mesma maneira que precisam do ar que respiram. A sociedade atual se move em torno das pessoas, das suas histórias, de seus costumes, das suas experiências de vida, enfim, da informação individualizada. E, também, mais recentemente em torno de dados. Interpretar e decodificar dados virou a grande pedra filosofal das primeiras décadas do século XXI. A comunicação em base de dados está transformando o jeito de se fazer comunicação, seja em profissões como Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, Design, entre outras áreas das humanidades ou nas áreas biológicas, por exemplo. O jornalista, o produtor, o publicitário, o cineasta, entre outros, profissionais que lidam com informação como matéria-prima de seu trabalho, têm de aprender a disseminar a informação da melhor maneira possível. E ao profissional completo de comunicação não basta apurar. É necessário saber planejar, codificar metadados, editar e distribuir.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Comunicação digital na era da participação”, de Pollyana Ferrari, publicado pela editora Editora Fi, em 2016 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Fi
Páginas: 210
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788556960658
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Fi convidam o leitor a imergir em reflexões densas e fundamentadas, onde a filosofia, a ética e as ciências humanas ganham voz em narrativas que exploram desde os fundamentos do mal até a construção social da exclusão. O catálogo privilegia obras que combinam rigor acadêmico com abordagens críticas sobre temas como política, religião, psicopatologia e questões sociais contemporâneas. A leitura tende a ser densa, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento argumentativo e à complexidade dos conceitos, muitas vezes atravessando história, teoria e análise cultural. Há uma presença constante de trabalhos que dialogam com tradições filosóficas antigas e modernas, além de investigações sobre realidades sociais específicas, como a América Latina e grupos historicamente marginalizados.
