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Comunidades Imaginadas

Título: Comunidades Imaginadas

Autor: Benedict Anderson

Sinopse: Neste livro notável, Benedict Anderson sai a campo para desfazer boa parte dos lugares-comuns a respeito do nacionalismo: longe de se confundir com o racismo ou o fascismo, longe de ser uma síndrome quase patológica, que faz má figura num mundo marcado pelas promessas da globalização, o sentimento nacional tem uma história bem precisa, rica e contraditória. Como marxista de formação e dono de um olhar escolado na observação dos conflitos coloniais no Sudeste asiático, Anderson volta-se menos para a instituição dos estados nacionais e mais para a ascensão do sentimento nacional. Daí a noção de comunidades imaginadas ? e não meramente imaginárias ?,porque,mais do que simplesmente denunciar-lhe as limitações, Anderson quer examinar como o nacionalismo capta e expressa anseios, esperanças e preconceitos nascidos no calor da vida social. Comunidades imaginadas é ainda um livro pioneiro pelo recurso a idéias de várias disciplinas acadêmicas ? da filosofia da história de Walter Benjamin à antropologia de Victor Turner, passando pela crítica literária de Erich Auerbach ?, que frutificam num modelo em que o moderno sentimento nacional se vincula a fenômenos tão aparentemente díspares quanto a luta de classes, a ascensão das línguas vernáculas e do romance, o fim dos impérios coloniais e a emergência da impressão e da imprensa modernas.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Comunidades Imaginadas”, de Benedict Anderson, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2008 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 336

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Benedict Anderson conduz a uma experiência que mistura clareza analítica com uma ironia sutil, criando um ritmo envolvente e reflexivo. O autor explora a complexidade do sentimento nacional com um olhar atento às contradições e nuances históricas, evitando simplificações. A prosa, embora densa em conceitos, mantém um tom acessível e elegante, que convida o leitor a pensar sobre a origem e a construção das nações como comunidades imaginadas. Essa abordagem provoca uma tensão intelectual constante entre o entendimento das forças políticas e culturais e a percepção das esperanças e ansiedades humanas que sustentam o nacionalismo. Os livros de Benedict Anderson desafiam o leitor a questionar o que realmente significa pertencer a uma nação, trazendo à tona as interações entre história, cultura e poder.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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