
Título: Conan Doyle: The man who created Sherlock Holmes
Autor: Andrew Lycett
Sinopse: Ground-breaking biography of the creator of fiction's best loved detective Though Sir Arthur Conan Doyle's name is recognised the world over, for decades he was overshadowed by his creation, Sherlock Holmes - one of literature's most enduring characters. Conan Doyle was a man of many contradictions. Romantic, energetic, idealistic and upstanding, he could also be selfish and foolhardy. Lycett assembles the many threads of Conan Doyle's life, including the lasting impact of his domineering mother and his alcoholic father; his affair with a younger woman while his wife lay dying; and his fanatical pursuit of scientific data to prove and explain various supernatural phenomena. Lycett combines access to new material with assiduous research and penetrating insight to offer the most comprehensive, lucid and sympathetic portrait yet of Conan Doyle's personal journey from student to doctor, from world-famous author to ardent spiritualist.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Conan Doyle: The man who created Sherlock Holmes”, de Andrew Lycett, publicado pela editora Phoenix, em 2007 e com 554 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Phoenix
Páginas: 554
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0753824280
ISBN13: 9780753824283
Sobre a editora
Os livros da editora Phoenix apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre biografias detalhadas, histórias de época e narrativas de suspense com ambientações históricas rigorosas. O catálogo revela um interesse por personagens complexos e contextos intensos, como conflitos políticos, mistérios arqueológicos e trajetórias pessoais marcadas por crises e transformações. A linguagem tende a ser direta, com ritmo que alterna entre o envolvimento emocional e a exposição informativa, atendendo a leitores que buscam tanto profundidade histórica quanto tensão narrativa. Há obras que exploram a passagem da inocência à experiência, enquanto outras se debruçam sobre temas como espionagem, guerra e descobertas científicas, mostrando certa diversidade entre textos mais narrativos e outros que adotam um tom mais didático ou analítico.
