
Título: Concepções da Justiça
Autor: Rosas Cardoso
Sinopse: A reflexão sobre a justiça ou injustiça das instituições sociais não é algo que nos possamos dar ao luxo de ignorar. Quer queiramos quer não, vivemos em comunidades políticas que condicionam os aspectos em que cada um de nós é tratado com igualdade ou desigualdade, que distribuem os benefícios e encargos da vida em sociedade, por vezes de forma extremamente desequilibrada e difícil de justificar. Conceptualizar a justiça e pensar em que sentido a acção política a deve encaminhar não é pois uma questão meramente académica. É também a única forma de assegurar que uma qualquer comunidade política possa existir ao longo das gerações, com estabilidade, fomentando o apoio dos cidadãos para os seus valores básicos e para as instituições que os realizam.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Concepções da Justiça”, de Rosas Cardoso, publicado pela editora Edições 70, em 2017 e com 140 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições 70
Páginas: 140
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724416739
ISBN13: 9789724416731
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,68
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
