
Título: Confissão de um filho do Século
Autor: Alfred Musset
Sinopse: França, século XIX, fim das guerras, volta dos guerreiros ao lar, dacaídos, ensangüentados; os jovens, antes preparados para serem guerreiros, vêem-se sem perspectivas e soltos em seus objetivos. Assim traça-se o início do livro o autor, retratando a juventude nascida da desilusão e pedidos em um absoluto tédio interior, com amores implacáveis e suas conseqüências. Musset nos leva a refletir sobre o sofrimento do ciúme e suas nauseabundas liturgias cerebrais, trazido junto com o idílio amoroso supremo, o amor além de si. Fala do apego e de formas de amar, do jovem libertino e do apaixonado, de ações fustigadas pelo veneno da desconfiança. Otávio, jovem e romântico, apaixona-se e sofre, depois apaixona-se e sofre novamente. Essas paixões cobertas pelo véu da desconfiança, do êxtase de amar demais, do sofrimento de não saber, ou crer saber, ou apenas julgar saber. Tudo escrito da forma loquaz do romantismo, permeado por prosopopéias, sinestesias, eufemismos... Bem ao estilo da época de Byron, um típico livro-filho do século, com direito a muitos suspiros e lágrimas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Confissão de um filho do Século”, de Alfred Musset, publicado pela editora Escala, em 1998 e com 175 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escala
Páginas: 175
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Escala oferecem uma experiência de leitura que transita entre o didático e o narrativo, frequentemente explorando temas culturais, literários e científicos com clareza e profundidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que apresentam análises literárias e filosóficas, revistas culturais e publicações sobre temas contemporâneos, como saúde mental e neurociência. A linguagem tende a ser acessível, com foco em informar e provocar reflexão, sem abrir mão de um tom envolvente. A diversidade de assuntos vai da literatura clássica à cultura pop, passando por questões sociais e científicas, o que cria um mosaico editorial que pode atender a leitores com interesses variados.
