
Título: Conquistar A Uma Mulher: Courtship Wars, #3
Autor: Nicole Jordan
Sinopse: A vivaz beleza Lilian Loring acredita que o amor é uma aventura muito arriscada e que é melhor evitar por completo o matrimônio... embora seu indesejado pretendente venha tão deliciosamente envolto como Heath Griffin, marquês de Claybourne. O carismático pilantra jamais se topou com uma mulher que desalentasse seus avanços. Mas depois de uma amostra de determinação, Lily se derrete sob os sensuais beijos de Heath. De fato, possivelmente seja esse o motivo pelo que ela decide ocultar-se no último lugar no que um cavalheiro procuraria uma dama: uma casa de escandalosa reputação. Lançando-se a uma audaz perseguição, Heath descobre a sua ferinha instruindo alegremente às prostitutas na arte da conduta e os boas maneiras. Agora, a emoção da caça se vê superada tão só por sua poderosa necessidade de possuir Lily e convertê-la em sua esposa. Para Heath, a vitória do jogo da paixão significa nada menos que ganhar o esquivo coração de Lily...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Conquistar A Uma Mulher: Courtship Wars, #3”, de Nicole Jordan, publicado pela editora Ballantine Books, em 2008 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 416
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780345494610
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
