
Título: Conselhos à Minha Filha
Autor: Nisia Floresta
Sinopse: “Conselhos à minha filha”, de Nisia Floresta é um marco da literatura brasileira por ser a primeira obra de autoria feminina publicada no país, em 1842. O livro, que à primeira vista pode parecer seguir a tradição da prosa moralista, com intenção doutrinária, configurada em um manual de conduta, foi escrito pela autora para sua filha, Livia, e revela-se como um manifesto feminista, que defende a educação e a emancipação feminina em uma época em que a sociedade patriarcal não encontrava oposição. Escrito em formato epistolar, a carta escrita de mãe para filha em tom afetuoso elenca os direitos e virtudes das mulheres no mundo oitocentista, sem deixar de alertar sobre os perigos de relações falsas e a importância das boas escolhas. Esta reedição, baseada na 2a. edição do livro, publicada em 1845, teve a ortografia atualizada e conta com notas explicativas, para termos e palavras fora de uso.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Conselhos à Minha Filha”, de Nisia Floresta, publicado pela editora Janela Amarela, em 2024 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Janela Amarela
Páginas: 48
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6585000250
ISBN13: 9786585000253
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,050
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Janela Amarela frequentemente convidam o leitor a mergulhar em narrativas ambientadas no Brasil dos séculos XIX e XX, com forte presença da sociedade carioca e suas complexas relações sociais. A experiência de leitura é marcada por personagens femininas que desafiam padrões sociais, em contextos que exploram o moralismo, as estruturas patriarcais e as tensões de gênero. O tom varia entre o psicológico, o comédia de costumes e o romance histórico, com uma linguagem que ora se aproxima do clássico, ora se adapta para públicos jovens, como nas versões simplificadas de obras consagradas. O ritmo pode ser contemplativo, com atenção a detalhes culturais e sociais, e o material editorial costuma incluir notas explicativas e atualizações ortográficas, facilitando o acesso a textos originalmente antigos.
