
Título: Conspiração do silêncio: O trauma do incesto
Autor: Sandra Butler
Sinopse: Quem são as vítimas dos assaltos? Se alguém fizesse essa pergunta muitos pensariam que sabem. Poderiam apontar para as famílias pobres — pessoas que têm filhos demais e pouco dinheiro, e que vivem amontoadas em pequenos aposentos, em favelas ou comunidades isoladas. Outros poderiam descrever as vítimas como adolescentes do sexo feminino que se comportam de maneira sedutora para com seus pais e outros homens. Muitos afirmaria que as vítimas provocam, direta e indiretamente, os assaltos, ou que fantasiam ou exageram suas experiências. Porém, como comprova a pesquisa de Sandra Butler, nesse livro isso raramente corresponde a realidade. As vítimas são brancas, pretas, latinas e asiáticas. São de ambos os sexos. Têm cinco, sete, doze anos de idade. São gordas, magras, feias, bonitas, pobres, ricas e da classe média. O incesto é inflexivelmente democrático.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Conspiração do silêncio: O trauma do incesto”, de Sandra Butler, publicado pela editora Zahar, em 1979 e com 169 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zahar
Páginas: 169
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 1884244122
ISBN13: 9781884244124
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
