
Título: Contas de Dividir e Trinta e Seis Bolos
Autor: Cora Coralina
Sinopse: A grande contadora de histórias Cora Coralina resgata em suas narrativas reminiscências pessoais e retrata também a memória cultural da velha cidade de Goiás – os causos, os fatos, o cotidiano, os conflitos e as inquietações. Em Contas de dividir e trinta e seis bolos, a autora conta uma história em que os membros de uma família – tia Laudemiria, tio Fidelcino, o primo Zezinho, o avô, a bisavó Nhãnhã – vivem vários conflitos, entre eles, a perda de um filho, o divórcio, o uso da palmatória na aprendizagem escolar. Entre o filho crescer analfabeto e apanhar alguns bolos de palmatória minha tia preferiu arriscar. E lá se foi Zezinho numa segunda-feira para a escola com mil recomendações de estudar bem…
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Contas de Dividir e Trinta e Seis Bolos”, de Cora Coralina, publicado pela editora Global Editora, em 2011 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 48
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526015907
ISBN13: 9788526015906
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
