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Contingency, Irony, and Solidarity

Título: Contingency, Irony, and Solidarity

Autor: Richard Rorty

Sinopse: In this book, major American philosopher Richard Rorty argues that thinkers such as Nietzsche, Freud, and Wittgenstein have enabled societies to see themselves as historical contingencies, rather than as expressions of underlying, ahistorical human nature, or as realizations of suprahistorical goals. This ironic perspective on the human condition is valuable but it cannot advance Liberalism's social and political goals. In fact, Rorty believes that it is literature and not philosophy that can do this, by promoting a genuine sense of human solidarity. Specifically, it is novelists such as Orwell and Nabokov who succeed in awakening us to the cruelty of particular social practices and individual attitudes. Thus, a truly liberal culture would fuse the private, individual freedom of the ironic, philosophical perspective with the public project of human solidarity as it is engendered through the insights and sensibilities of great writers. Rorty uses a wide range of references--from philosophy to social theory to literary criticism--to elucidate his beliefs.

Contexto da obra

Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Contingency, Irony, and Solidarity”, de Richard Rorty, publicado pela editora Cambridge University Press, em 1989 e com 220 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.

Editora: Cambridge University Press

Páginas: 220

Ano: 1989-05

Edição: Later Printing

Linguagem: en

ISBN: 0521367816

ISBN13: 9780521367813

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Richard Rorty revela um pensamento que desafia a rigidez da filosofia tradicional, com um tom que oscila entre a crítica contundente e a reflexão aberta. Sua prosa combina um ritmo que pode ser ao mesmo tempo denso e acessível, conduzindo o leitor por interpretações inesperadas da história política e da filosofia, longe de respostas definitivas. O foco está menos em teorias fechadas e mais em explorar o impacto das ideias na cultura e na política, com uma tensão que surge do confronto entre o pragmatismo e as tradições consolidadas. Em alguns momentos, a escrita é polêmica e provocativa, enquanto em outros se mostra cuidadosa e dialogante, convidando o leitor a repensar conceitos como verdade, conhecimento e ética. Essa experiência intelectual, que atravessa temas como linguagem, secularismo e democracia, é marcada por uma postura que evita certezas absolutas, deixando no ar perguntas sobre o papel da filosofia na vida pública.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Cambridge University Press apresentam uma leitura que combina rigor acadêmico com abordagens que exploram tanto temas históricos e sociais quanto avanços científicos e educacionais. O catálogo revela obras que vão desde análises profundas sobre sociedades antigas e críticas culturais até estudos contemporâneos em ciências exatas, humanas e linguísticas. O tom varia entre o didático e o analítico, com textos que contemplam desde narrativas históricas detalhadas até exposições metodológicas e teóricas, muitas vezes com linguagem acessível a estudantes e pesquisadores. Há uma presença marcante de obras que investigam processos sociais complexos, como dinâmicas de poder, transformações culturais e debates políticos, ao lado de publicações voltadas para aprendizado de idiomas e ciências aplicadas.

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