
Título: Contos de fadas ingleses
Autor: Joseph Jacobs
Sinopse: Era uma vez quando os porcos falavam rimas, os macacos mascavam fumo, as galinhas ciscavam rapé e os patos ficavam só falando quack, quack, quack, ó! Todos os contos de fadas que as crianças conheciam eram de origem francesa ou alemã. Joseph Jacobs pesquisou e compilou os contos ingleses e os recontou com maestria. Publicados em 1890, alguns muito conhecidos, outros nem tanto, esses contos oferecem uma ampla visão sobre os costumes e valores daquela época, tais como: casar-se com um membro da nobreza era a coisa mais importante a fazer na vida, perseguir gigantes e monstros eram atos dignos de um herói. E madrastas eram, sim, más, más, más!
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Contos de fadas ingleses”, de Joseph Jacobs, publicado pela editora Principis, em 2021 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Principis
Páginas: 192
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555521961
ISBN13: 9786555521962
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 22,60
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Principis convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o universo clássico e reflexões profundas sobre a condição humana. O catálogo traz histórias que combinam o lirismo da literatura infantojuvenil com a densidade de textos religiosos e filosóficos, oferecendo experiências de leitura que vão do encantamento à análise crítica. O tom das obras varia entre o intimista e o investigativo, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais ou espirituais em cenários que vão do interior rural ao mundo urbano e histórico. A linguagem é acessível, mas não simplista, privilegiando o desenvolvimento gradual dos conflitos e das emoções. Assim, o leitor encontra tanto aventuras que exploram a fantasia e o crescimento pessoal quanto obras que demandam uma leitura mais contemplativa e analítica.
