
Título: Contos portuguêses: Jacob Penteado (Org.)
Autor: Vitorino Nemésio
Sinopse: Procuramos apresentar, nesta antologia, de contos portugueses, os escritores das várias épocas que maior influência exercem sobre seus contemporâneos e gerações sucessivas. Contém os contos: "Conversões de Filêmon e Ariano" (Manuel Bernardes), "O bispo negro" (Alexandre Herculano), "Aquela casa triste" (Camilo Castelo Branco), "A caça do Malhadeiro" (Conde de Ficalho), "Uma vista de Pêsames" (Ramalho Ortigão), "Uma flor ente o gêlo" (Júlio Denis), "Civilização" (Eça de Queiroz), "Sempre amigos" (Fialho de Almeida), "A vencida" (Malheiro Dias), "As noivas de Matusalém" (Júlio Dantas), "Cabeça de boga" (Vitorino Nemésio), "Enfermaria" (Domingos Monteiro), "Mariana" (Miguel Torga) e "Samba" (Castro Soromenho).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Contos portuguêses: Jacob Penteado (Org.)”, de Vitorino Nemésio, publicado pela editora EDIGRAF, em 1962 e com 237 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDIGRAF
Páginas: 237
Ano: 1962
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edigraf costumam oferecer ao leitor um mergulho em narrativas clássicas e antológicas, com forte presença do conto como forma literária. A experiência de leitura frequentemente envolve uma variedade de vozes e estilos, desde a literatura erótica francesa até os contos tradicionais de várias nacionalidades, como americana, russa, portuguesa e espanhola. O ritmo dessas obras varia entre o mais narrativo e o mais reflexivo, com temas que vão do cotidiano burgês aos universos fantásticos e históricos. O tom pode alternar entre o dramático, o introspectivo e o até mesmo o sensual, criando um contraste interessante dentro do catálogo. Essa diversidade sugere um público que aprecia textos densos, muitas vezes com um recorte clássico e literário.
