
Título: Contos Reunidos de Wolfgang Borchert
Autor: Borchert Wolfgang
Sinopse: Em seus contos, Wolfgang Borchert, um escritor alemão nascido em 1921 e que faleceu precocemente em 1947, traz à tona as inquietações existenciais dos jovens no período nazista, das relações com o poder totalitário e com as mazelas da guerra. Sem o pathos da distância – praticamente toda a vida adulta de Borchert se dá durante o período nazista –, o autor é um dos poucos a falar desde dentro de uma situação histórica que a humanidade gostaria de não vivenciar – a não ser na literatura. Em ''''Contos reunidos de Wolfgang Borchert'''', os tradutores Caio Lindoso e Fernando Miranda apresentam os belos livros ''''Die Hundeblume'''' e ''''An Diesem Dienstag'''', entre outros contos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Contos Reunidos de Wolfgang Borchert”, de Borchert Wolfgang, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2019 e com 226 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 226
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556621864
ISBN13: 9788556621863
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,206
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
