
Título: Contos Tradicionais Do Brasil Para Jovens
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Sinopse: A leitura de Contos tradicionais do Brasil para jovens possibilita ao aluno-leitor conhecer um pouco do vasto trabalho de Luís da Câmara Cascudo, um dos mais importantes pesquisadores e estudiosos das raízes étnicas do Brasil. As histórias, anônimas em sua autoria, recolhidas da voz do povo, na sua maioria do sertão da Paraíba e do Rio Grande do Norte, revelam informações históricas e sociais e evidenciam crenças, costumes e valores. Segundo o próprio autor, ao lado da literatura, do pensamento intelectual letrado, correm as águas paralelas, solitárias e poderosas da memória e da imaginação popular. Divididas em doze seções – contos de encantamento, contos de exemplo, contos de animais, facécias, contos religiosos, contos etiológicos, demônio logrado, contos de adivinhação, natureza denunciante, contos acumulativos, ciclo da morte e tradição – as histórias resgatam aspectos de nossa cultura, de nosso folclore.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Contos Tradicionais Do Brasil Para Jovens”, de Luís da Câmara Cascudo, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 128
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526011200
ISBN13: 9788526011205
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
