
Título: Contra a Hidra Capitalista
Autor: Galeano Marcos
Sinopse: Para além da aura midiática do encapuzado Subcomandante Insurgente Marcos, rebatizado de Galeano em 2014, quase nada sabemos das motivações, aspirações, estratégias e rumos dessa insurgência que desde 1994 ocupa parte do território mexicano. No entanto, ali surgiu um dos bolsões revolucionários mais originais deste século. Liberados da obsessão estatista, da lógica capitalista, da propriedade privada da terra, da dominação de gênero, de etnia, de classe – eis uma insurgência que reverteu a mercantilização da existência. Quem melhor do que aquele que a liderou, em seu estilo jocoso, elíptico, à beira da ficção, para dá-la a ver? Contra a Hidra Capitalista, com falas do Subcomandante Insurgente Galeano, é um dos quatro livros desta coleção zapatista. Os outros são: A experiência zapatista: rebeldia, resistência e autonomia, por Jérôme Baschet Uma baleia na montanha, por Mariana Lacerda e Peter Pál Pelbart Mensagens revolucionárias, por Antonin Artaud * a pintura da Hidra Capitalista, para o livro com textos do Subcomandante, assim como as pinturas para as demais capas dos livros, são de Rivane Neuenschwander
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Contra a Hidra Capitalista”, de Galeano Marcos, publicado pela editora N-1 edições, em 2021 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: N-1 edições
Páginas: 192
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586941423
ISBN13: 9786586941425
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
