
Título: Conversas com Mies Van der Rohe: Certazas americanas
Autor: Moisés Puente
Sinopse: «Quando començamos um projeto não pensamos na forma; pensamos no modo correto de utilizar os materiais; depois aceitamos o resultado. Quando trabalhamos deixamos que as grandes idéias fiquem no ar. Não queremos que desçam. Freqüentemente nos surpreendemos com o resultado. Recompilo os fatos, todos os que posso conseguir, os estudo e em função destes atuo» Mies van der Rohe, 1955 Este livro reúne uma série de conversas com Mies van der Rohe realizadas entre 1955 e 1964. Mies compartilha nestas conversas seu amadurecimento profissional, ao falar de suas idéias básicas sobre arquitetura e ao recapitular sua experiência. O texto 'Arquitectura e tecnologia' (1950) abre com eloqüência estas conversas e o epílogo de Iñaki Ábalos o fecha como uma nova leitura da obra do mestre alemão.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Conversas com Mies Van der Rohe: Certazas americanas”, de Moisés Puente, publicado pela editora GG, em 2006 e com 94 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: GG
Páginas: 94
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8425220939
ISBN13: 9788425220937
Sobre a editora
Os livros da editora GG apresentam uma leitura focada na arquitetura, design e artes visuais, combinando rigor técnico com uma abordagem que valoriza tanto o aspecto prático quanto o conceitual. O catálogo traz obras que exploram desde projetos residenciais detalhados até reflexões críticas sobre a arquitetura latino-americana, passando por guias didáticos que auxiliam estudantes e profissionais em técnicas específicas, como desenho e uso de materiais. Há uma presença forte de ilustrações e exercícios práticos que tornam a experiência mais visual e interativa, além de textos que dialogam com a história e a teoria da arquitetura. O tom varia entre o didático e o inspirador, com ritmo que pode ser tanto analítico quanto mais leve, conforme o tema.
