
Título: Cooling the Tropics: Ice, Indigeneity, and Hawaiian Refreshment (Elements)
Autor: Hi'ilei Julia Kawehipuaakahaopulani Hobart
Sinopse: Beginning in the mid-1800s, Americans hauled frozen pond water, then glacial ice, and then ice machines to Hawaiʻi—all in an effort to reshape the islands in the service of Western pleasure and profit. Marketed as “essential” for white occupants of the nineteenth-century Pacific, ice quickly permeated the foodscape through advancements in freezing and refrigeration technologies. In Cooling the Tropics Hiʻilei Julia Kawehipuaakahaopulani Hobart charts the social history of ice in Hawaiʻi to show how the interlinked concepts of freshness and refreshment mark colonial relationships to the tropics. From chilled drinks and sweets to machinery, she shows how ice and refrigeration underpinned settler colonial ideas about race, environment, and the senses. By outlining how ice shaped Hawaiʻi’s food system in accordance with racial and environmental imaginaries, Hobart demonstrates that thermal technologies can—and must—be attended to in struggles for food sovereignty and political self-determination in Hawaiʻi and beyond.
Duke University Press Scholars of Color First Book Award Recipient
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Cooling the Tropics: Ice, Indigeneity, and Hawaiian Refreshment (Elements)”, de Hi'ilei Julia Kawehipuaakahaopulani Hobart, publicado pela editora Duke University Press Books, em 2022 e com 264 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Duke University Press Books
Páginas: 264
Ano: 2022-12-16
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1478019190
ISBN13: 9781478019190
Sobre a editora
Os livros da editora Duke University Press Books oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com narrativas que exploram tensões sociais, culturais e políticas profundas. O catálogo privilegia obras que abordam questões de identidade, poder e resistência, muitas vezes a partir de perspectivas históricas, antropológicas e culturais. É comum encontrar narrativas que dialogam com temas como raça, gênero, sexualidade e violência estrutural, apresentadas com um tom crítico e reflexivo. O ritmo das obras varia entre análises densas e relatos mais próximos do testemunho ou da etnografia, com uma linguagem que pode ser tanto teórica quanto acessível, dependendo do foco. A diversidade do catálogo se manifesta no contraste entre estudos que investigam tradições culturais e movimentos sociais e outros que examinam fenômenos contemporâneos, como a cultura pop e as dinâmicas urbanas.
