
Título: COPACABANA? ME ENGANA.. QUE EU GOSTO!
Autor: Poeta Milton
Sinopse: "A PRINCESINHA DO MAR", inspiradora da Bossa Nova e símbolo do Brasil, não se revela a qualquer um. "As crônicas de Copacabana? Me engana... que eu gosto!" foram inspiradas pela experiência de Milton Poeta, que morou alguns meses em um pequeno apartamento em Copacabana. Seguindo o exemplo de João do Rio, Milton explorou a vida do bairro, atraído pela utopia de uma vista para o mar. Ele conviveu com diversos personagens e mergulhou na vibrante vida local. Embora fictícias, suas crônicas e personagens parecem reais, refletindo a interação entre a paisagem e os dramas, imprevistos, tristezas, risos e alegrias dos protagonistas. A crônica final, "Cruzamento em Transe", reúne todos esses personagens. Este é um livro que merece ser lido para se conhecer melhor a icônica Copacabana.
Contexto da obra
Na área de Humor, obras como esta costumam viver muito do tom e da voz com que são escritas. “COPACABANA? ME ENGANA.. QUE EU GOSTO!”, de Poeta Milton, publicado pela editora Editora Albatroz, em 2024 e com 300 páginas, integra a categoria Livros de Humor. Por isso, o interesse do livro tende a crescer quando o leitor observa como ele produz humor e não apenas sobre o que fala.
Editora: Editora Albatroz
Páginas: 300
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556562777
ISBN13: 9786556562773
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,525
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Albatroz apresentam uma variedade de temas que transitam entre reflexões sociais, análises econômicas e relatos pessoais marcados por tensão e emoção. A experiência de leitura costuma envolver um tom direto e crítico, especialmente quando aborda questões como impactos sociais, tributos e eventos políticos recentes. Em contrapartida, há obras que exploram o cotidiano com humor e sensibilidade, além de narrativas que convidam à introspecção sobre relações humanas e o mundo virtual. Esse contraste entre textos mais densos e outros mais narrativos sugere um catálogo que equilibra informação e emoção, com uma linguagem acessível e, por vezes, provocativa.
