
Título: Coppola's Monster Film
Autor: Steven Travers
Sinopse: In 1975, after his two Godfather epics, Francis Ford Coppola went to the Philippines to film Apocalypse Now. He scrapped much of the original script, a jingoistic narrative of U.S. Special Forces winning an unwinnable war. Harvey Keitel, originally cast in the lead role, was fired and replaced by Martin Sheen, who had a heart attack. An overweight Marlon Brando, paid a huge salary, did more philosophizing than acting. It rained almost every day and a hurricane wiped out the set. The Philippine government promised the use of helicopters but diverted them at the last minute to fight communist and Muslim separatists. Coppola filmed for four years with no ending in the script. The shoot threatened to be the biggest disaster in movie history. Providing a detailed snapshot of American cinema during the Vietnam War, this book tells the story of how Apocalypse Now became one of the great films of all time.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Coppola’s Monster Film”, de Steven Travers, publicado pela editora McFarland, em 2016 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: McFarland
Páginas: 238
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1476664250
ISBN13: 9781476664255
Sobre a editora
Os livros da editora McFarland costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla rigor documental e narrativas detalhadas, frequentemente ambientadas em contextos históricos e culturais específicos. O catálogo revela um interesse por temas como história militar, esportes, cinema clássico e estudos culturais, com obras que variam entre relatos pessoais, análises críticas e compilações de dados. A linguagem tende a ser precisa e informativa, com textos que equilibram densidade e acessibilidade, atraindo leitores que buscam aprofundamento sem perder o ritmo. Há obras que adotam um tom mais analítico e outras que privilegiam o relato vívido, mostrando certa diversidade editorial dentro de um foco claro em pesquisa e documentação.
