
Título: Coração Solitário
Autor: Maria Adelaide Amaral
Sinopse: Maria Adelaide Amaral, romancista brasileira de origem portuguesa, também autora de peças teatrais e de novelas para televisão, sobre seu livro Coração solitário, em que a personagem principal é ela mesma, comenta: A ação transcorre em São Paulo entre 1955 e 1959, época imediatamente anterior à revolução dos costumes dos anos 1960. A repressão e o conservadorismo marcam esse período que era extremamente ameno e agradável. A miséria ainda não tinha se transformado em paisagem urbana (...) O rádio e o cinema eram os grandes acontecimentos (...) Eu fui uma adolescente atormentada por todas as angústias e inseguranças. No entanto, olhando para trás sei que as bases daquilo que sou foram plantadas lá. A narrativa retrata seu cotidiano, seu comportamento e os seus sentimentos mais profundos em relação ao mundo e às pessoas que a cercam. Embora os fatos narrados ocorram em outra época, os jovens de hoje se identificarão com a autora, visto que o difícil ritual de passagem entre a infância e a idade adulta - a adolescência - ocorre sempre. http://www.globaleditora.com.br
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Coração Solitário”, de Maria Adelaide Amaral, publicado pela editora Global, em 1997 e com 83 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Global
Páginas: 83
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8526005413
ISBN13: 9788526005419
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
