
Título: Corpo estranho
Autor: Milo Noronha Utsch
Sinopse: Élio é um botânico que fugiu de sua cidade jurando nunca mais voltar. Anos depois, com outro nome e outro rosto, ele se vê obrigado a retornar: a empresa onde ele trabalha o envia para auxiliar o time que está desenvolvendo um medicamento a partir de uma planta da região, mesmo indo contra a sabedoria local. Mas quando a equipe de pesquisa original desaparece, ele precisa encontrar uma forma de concluir seu trabalho enquanto as fronteiras entre suas duas vidas se desfazem. A história compõe um retrato fantástico da cidade de São Gonçalo do Rio Preto, no Vale do Jequitinhonha, misturando elementos de suspense e ficção científica. Corpo Estranho examina o quão longe a coerção do trabalho pode nos levar, tendo como plano de fundo a estranheza invasiva da integração de uma multinacional na paisagem do cerrado. A história de Élio nos faz caminhar entre as memórias de uma criança trans no interior mineiro e a trajetória vulnerável de um pesquisador que desconhece seus próprios limites.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Corpo estranho”, de Milo Noronha Utsch, publicado pela editora Patuá, em 2024 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 180
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786558649908
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
