
Título: Corrupção. Fonte de Injustiça e Impunidade
Autor: Osmar Alves de Melo
Sinopse: Em "Corrupção: Fonte de Injustiça e Impunidade", o autor aponta as principais deficiências do Judiciário nacional, como a insuficiência quantitativa de juízes, a fantasmagórica carga de processos em tramitação, o excesso de recursos judiciais, a lentidão enervante da prestação jurisdicional, o não cumprimento de prazos por magistrados e a transformação, por jurisprudência, no mínimo, discutível, de instâncias excepcionais, como o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, em instâncias ordinárias, o que empurra a conclusão definitiva dos feitos para as calendas gregas, até serem alcançados pela prescrição ou pela morte dos réus. Profliga o uso e o abuso da antecipação de tutela e da concessão de liminares, transformadas, em casos assinalados, em moedas de troca e em venda de sentenças. O livro contem levantamento de centenas de operações policiais, do Ministério Público, da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, no âmbito de crimes contra o patrimônio público, que resultaram em prisões provisórias e preventivas cassadas sobretudo por decisões solitárias de Ministros do STF e do STJ, a ponto de não haver preso um único réu acusado de crimes do colarinho branco. Penitenciária para ricos, detentores de poder político, econômico e de prestígio social é mera ficção no Brasil.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Corrupção. Fonte de Injustiça e Impunidade”, de Osmar Alves de Melo, publicado pela editora LGE, em 2009 e com 350 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: LGE
Páginas: 350
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788572384193
ISBN13: 9788572384193
Sobre a editora
Os livros da editora LGE apresentam uma variedade que vai do lirismo sensorial à narrativa histórica e à reflexão filosófica, criando uma experiência de leitura que alterna entre o poético e o concreto. O ritmo pode ser tanto contemplativo, como nas descrições detalhadas de ambientes e sentimentos, quanto tenso e urgente, especialmente em relatos de conflitos e situações extremas. Muitas obras exploram a interioridade dos personagens, seja em jornadas emocionais ou em processos de autoconhecimento, enquanto outras se dedicam a reconstruir momentos históricos ou a apresentar narrativas fantásticas e mitológicas. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos mais narrativos e outros com tom didático ou reflexivo, contemplando leitores que buscam tanto histórias envolventes quanto conteúdos que provoquem pensamento crítico.
