
Título: Corto Maltese. A Juventude
Autor: Hugo Pratt
Sinopse: Em 1981, o jornal francês Le Matin encomendou a Hugo Pratt uma história em quadrinhos que seria publicada em episódios no decorrer do ano. Pratt começou a narrar os bastidores da guerra entre a Rússia e o Japão na Manchúria, em 1905. Ele desenhou as trincheiras escavadas pelos soldados japoneses e o orgulho dos oficiais, a desorientação das tropas russas e a insensatez de uma situação em que algumas pessoas continuaram a se massacrar apesar de a guerra ter terminado. Ele transformou Jack London, escritor e correspondente de guerra norte-americano, no artífice do encontro e da amizade entre Rasputin e Corto Maltese. E apesar de o enredo de Pratt terminar antes da hora, por causa de um desentendimento com o editor, a história não ficaria inacabada, como que por magia: ela iria se transformar em uma outra história. A Juventude é um relato sobre a amizade e a honra, a liberdade, a loucura e o rigor.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Corto Maltese. A Juventude”, de Hugo Pratt, publicado pela editora Nemo, em 2011 e com 96 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Nemo
Páginas: 96
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575265407
ISBN13: 9788575265406
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 28,50
- Largura (cm): 21,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
