
Título: Cozinha Francesa Regional
Autor: Elizabeth David
Sinopse: Para quem pensa que a culinária francesa resume-se a pratos requintados e bizarros, Cozinha regional francesa mostra que os grandes pratos tradicionais só são preparados nos dias de festa e feriados, em comemorações de casamentos e outras ocasiões especiais. A alimentação diária dos franceses é sóbria, bem equilibrada, elaborada com cuidado e habilidade, mas sem extravagância ou pretensão. Num texto fluente e agradável, Elizabeth David descreve as peculiaridades gastronômicas de cada região da França, mostrando como cada receita é preparada de acordo com o uso local de temperos ou ingredientes. Mas não se trata de um livro de receitas tradicional. Cozinheira-escritora de mão-cheia, a autora preparou para os amantes da boa culinária uma obra que é ao mesmo tempo um respeitável volume de referência e uma esplêndida e representativa coleção de receitas. Um livro de culinária que pode ser apreciado com o prazer da boa literatura.
Contexto da obra
Na Gastronomia, livros como este costumam ser lidos tanto com a cabeça quanto com o apetite. “Cozinha Francesa Regional”, de Elizabeth David, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2001 e com 624 páginas, integra a categoria Livros de Gastronomia. Na prática, isso ajuda a entender por que obras assim podem valer tanto pelo uso quanto pelo repertório que oferecem.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 624
Ano: 2001
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535900667
ISBN13: 9788535900668
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,959
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
