
Título: Creepy Vol. 2: Contos Clássicos de Terror
Autor: Archie Goodwin
Sinopse: A revista Creepy foi um grande sucesso à época de seu relançamento nos EUA, mas foi aqui no Brasil que ela parece ter assustado mais gente! Agora, com o primeiro volume novamente disponível, chegou a hora de o pesadelo continuar, e de nos prepararmos para chegada de 'Creepy' volume 2. A 'Creepy' provocou um ressurgimento da extraordinária e repugnante ficção macabra no começo dos anos 1960, depois de uma caça às bruxas na vida real simplesmente ter aniquilado as revistas em quadrinhos de terror nos anos 1950. O lendário escritor e editor Archie Goodwin liderou um elenco inigualável formado pelos principais ilustradores da Indústria dos Quadrinhos - incluindo Steve Ditko, Gene Colan, Wallace Wood, Reed Crandall, Joe Orlando, Frank Frazetta e Alex Toth - na criação de uma das séries mais famosas da História dos Quadrinhos mundiais e esta antologia fantástica está ressuscitando toda a fase original dessas edições raríssimas de se encontrar hoje em dia!
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Creepy Vol. 2: Contos Clássicos de Terror”, de Archie Goodwin, publicado pela editora Devir, em 2013 e com 303 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Devir
Páginas: 303
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575325639
ISBN13: 9788575325636
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
