
Título: Crianças do Abismo
Autor: Heyss Johann
Sinopse: Prefácio por Priscila Merizzio: ?Assim que as portas das catedrais dos outros mundos são abertas, é impossível escrutinar as arritmias cardíacas daqueles que ousaram repicar seus sinos. Não se perfila as vertigens. A Natureza contém sua ética, portanto, é inerente confrontar-se com seu mel e açoite. /Crianças do abismo/ é um romance poético, com belíssimas imagens, metáforas e acirradamente bem escrito ? fato estético que merece ser evidenciado diante da miscelânea literária contemporânea. O leitor projetará na confissão de Ricardo Takahashi seu próprio interpretativismo, entretanto, nota-se crucial tomá-lo como um rapaz que realmente existiu. Esta não é uma fábula. Há anônimos flutuando entre avenidas e transportes públicos sem que se suspeite que dentro de seus tórax engendra-se um coração de obsidiana flamejante. O protagonista é terno em sua persistente inocência, apesar da peçonha escorrendo a rebote. E a coragem estúpida de embebedar-se em abissais desertos nos cálices doirados, a despeito das hipérboles maniqueístas?.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Crianças do Abismo”, de Heyss Johann, publicado pela editora Kotter Editorial, em 2018 e com 132 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kotter Editorial
Páginas: 132
Ano: 2018
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8568462685
ISBN13: 9788568462683
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,270
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora KOTTER EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que oscila entre o experimental e o cotidiano, com um forte viés poético e crítico. A linguagem varia do lirismo desconstruído ao humor ácido, passando por narrativas que exploram conflitos íntimos e sociais em contextos urbanos e históricos. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam formas tradicionais, seja na poesia que dialoga com vanguardas e concretismo, seja na prosa que investiga personagens complexos e situações ambíguas. Há também espaço para ensaios sociológicos e políticos que refletem sobre o Brasil contemporâneo, sempre com um olhar atento às tensões culturais e históricas.
