
Título: Cristianismo e Política
Autor: Robinson Cavalcante
Sinopse: Para o autor, não há nada mais cientificamente inexato e conceitualmente impossível do que a pretensão de ser apolítico. Ser político é algo inerente à condição do ser humano. Política significava, originalmente, o conhecimento, a participação, a defesa e a gestão dos negócios da polis. É impossível a existência sem autoridades, normas, sanções, mecanismos de participação, formas de decisão. Ser apolítico é fazer uma opção para fora, uma opção pelo não ser, pela omissão. O apolitismo é uma elaboração de desculpa para o indesculpável, revestida, no caso do cristão, de uma embalagem espiritual, uma “espiritualização” do pecado. A ignorância, o medo, o preconceito, o egoísmo e a não-autenticidade são causas de tão danosa escolha. Na história da batalha entre o reino de Deus e o reino da perdição, a tarefa do cristão é derrotar o demônio e empurrá-lo para fora desse domínio. É afirmar o senhorio de Jesus Cristo na história. A luta por um sistema mais justo ou por leis mais justas não pode ser travada às custas do esquecimento de que é necessária a graça de Deus para transformar o velho homem. E que qualquer mobilização ou ação política deve começar de joelhos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cristianismo e Política”, de Robinson Cavalcante, publicado pela editora Ultimato, em 2002 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ultimato
Páginas: 288
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586539503
ISBN13: 9788586539503
Sobre a editora
Os livros da editora ULTIMATO oferecem uma leitura que combina reflexão bíblica profunda com temas da vida cotidiana e cultural. O catálogo apresenta obras que exploram desde a história da evangelização no Brasil até questões práticas da espiritualidade cristã, sempre com uma linguagem acessível e um tom que varia entre o didático e o narrativo. Muitas obras propõem um diálogo entre fé e cultura, abordando temas como arte, política, comportamento e sofrimento, com um ritmo que convida à meditação e ao autoconhecimento.
